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Reitores e ex-ministros contra fim das propinas

Governo quer redução progressiva, Marcelo concorda e os estudantes aplaudem. Mas as universidades questionam a eficácia da medida

Isabel Leiria

Isabel Leiria

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Jornalista

Sofia Miguel Rosa

Sofia Miguel Rosa

infografia

Jornalista infográfica

A matéria não consta do programa do Governo, há muito que deixou de fazer os estudantes sair à rua e o próprio ministro do Ensino Superior nunca se mostrou entusiasta do congelamento das propinas, aprovado no Parlamento em 2016 e 2017, nem da redução em €200 já a partir de 2018/19. Mas esta semana, apanhando muitos de surpresa, o discurso do Executivo mudou, com vários membros do Governo a defenderem a eliminação progressiva destas taxas na próxima década como forma de garantir mais alunos.

As intervenções foram feitas no arranque da Convenção Nacional do Ensino Superior, promovida pelo Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), e foram aplaudidas pelo Presidente da República. Mas estão longe de gerar consenso. Se não são os estudantes a ajudar a pagar a conta, então quem vai fazê-lo?

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