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Equipa das Forças Armadas no maior exercício de ciberdefesa da NATO

O exercício, que será dirigido a partir da Estónia, reúne cerca de 700 participantes de 28 países-membros da NATO, União Europeia e parceiros

Elementos das Forças Armadas portuguesas participam até sexta-feira no maior exercício de ciberdefesa da NATO, dirigido a partir da Estónia, visando o treino e prevenção de ataques cibernéticos.

O exercício é dirigido a partir do "NATO Cyber Range", em Tartu, na Estónia, e visa o treino das equipas de ciberdefesa dos países aliados e parceiros, "na prevenção e reação a ataques cibernéticos contra sistemas nacionais e NATO", anunciou esta terça-feira o Estado-Maior General das Forças Armadas.

Designado "Cyber Coalition", o exercício reúne este ano cerca de 700 participantes de 28 países-membros da NATO, União Europeia e parceiros.

As Forças Armadas portuguesas participam através do Centro de Ciberdefesa do Estado-Maior-General das Forças Armadas, com uma equipa conjunta dos três ramos, um elemento do Centro de Dados do Ministério da Defesa e outro do Centro Nacional de Cibersegurança, num total de 31 pessoas.

O "Cyber Coalition" é o principal exercício NATO de ciberdefesa e realiza-se desde 2008, contando com a participação das Forças Armadas portuguesas desde 2011 e, diretamente do Centro de Ciberdefesa do Estado-Maior-General das Forças Armadas, desde 2015.

O reforço da capacidade de ciberdefesa é uma das prioridades assumidas pelo Governo, que atribuiu, no âmbito da revisão da Lei de Programação Militar, um montante de 46 milhões de euros para investimento nesta área entre 2019 e 2030.