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Ação de rotina ao fecho de contas da Empordef deteta minas antipessoais desmilitarizadas

“A GNR fez uma avaliação preliminar do material detetado, elaborou o relatório e o auto de notícia” já foi participado ao Ministério Público, explicou o Ministério

Uma ação de rotina preliminar ao fecho de contas da holding Empresa Portuguesa de Defesa (Empordef) detetou a existência de minas antipessoais desmilitarizadas em propriedade daquela entidade, sem risco para a segurança, anunciou nesta segunda-feira o Ministério da Defesa Nacional.

Em comunicado, o Ministério, tutelado por João Gomes Cravinho, informa que, durante aquela ação, o "presidente da comissão liquidatária detetou, a partir de uma avaliação de inventário, a existência de minas antipessoais desmilitarizadas em propriedade da Empordef".

"O ministro da Defesa Nacional foi informado no dia 15 de novembro, ao final do dia, pelo presidente da comissão liquidatária da Empordef da existência do material, que foi encontrado, acondicionado em blocos de cimento encerrados no interior de cunhetes metálicos, nas instalações onde se situa a empresa IdD [Plataforma das Indústrias de Defesa Nacionais], em Rego da Amoreira, concelho de Alcochete", distrito de Setúbal, lê-se na nota. Segundo o Ministério, "foi solicitada, de imediato, a intervenção da Guarda Nacional Republicana por ser o órgão de polícia criminal territorialmente competente".

"A GNR fez uma avaliação preliminar do material detetado, elaborou o relatório e o auto de notícia" já foi participado ao Ministério Público, explica o Ministério, acrescentando que, de acordo com "a Empordef e a IdD, entidades que procederam à verificação do acondicionamento, não existe um risco para a segurança".