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O submundo das relações entre informadores e polícias

Horacio Villalobos - Corbis/Getty

A propósito do caso Tancos, Expresso explica como funciona a relação entre polícias e informadores. E relata casos e processos judiciais

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Jornalista de Sociedade

Não são “nenhuns santinhos” mas são essenciais em investigações policiais dos crimes mais graves. Oficialmente são pagos em dinheiro, mas por vezes recebem em droga ou em favores. Saiba as histórias dos informadores de Tancos, que envolvem ataques violentos com martelos, ciladas e fogo posto na casa de Pinto da Costa. São usados pela polícia como fonte de informação e como agentes duplos. Quando são apanhados, até as suas famílias entram num calvário. Há quem esteja em programas de proteção de testemunhas e faça operações plásticas para “desaparecer”. E há polícias que passam para o lado do crime. Retrato de uma zona cinzenta da lei, para ler na edição deste sábado no semanário Expresso.