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Um dilema português: muita hora de trabalho, pouca produtividade, presentismo e a família é que paga

TIAGO MIRANDA

Desrespeito pelo tempo de descanso é “prática generalizada” em Portugal. As boas práticas ainda são uma exceção

E-mails e telefonemas recebidos fora das horas de trabalho, reuniões tardias, dificuldade em faltar em caso de doença, horários rígidos e sem flexibilidade para levar o filho à escola ou dar assistência a um familiar fazem parte da vida da maioria dos trabalhadores. Somos um dos países europeus com menor produtividade por hora de trabalho, mas um dos que trabalham maior número de horas e onde mais pessoas (29%) admitem não conseguir conciliar bem o emprego e a família. As boas práticas nas empresas até já começaram a aparecer, mas ainda são uma minoria.

“O desrespeito pelos horários de trabalho é uma prática generalizada em Portugal. Seja no local de trabalho, como acontece na restauração ou construção, seja já em casa, contactando as pessoas, sobretudo em cargos de confiança”, alerta Fausto Leite, advogado especializado em Direito do Trabalho.

Para ler o artigo e conhecer ainda outro problema do país - “o presentismo” -, clique AQUI
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