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Ex-diretor da PJM suspeita que memorando de Tancos foi fabricado para prejudicar Azeredo

PAULO NOVAIS / EPA

Multiplicam-se as versões sobre o encobrimento montado pela Polícia Judiciária Militar (PJM) em torno da recuperação das armas furtadas em Tancos e quem sabia ou não da encenação

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Joana Pereira Bastos

Joana Pereira Bastos

Editora de Sociedade

O major Vasco Brazão, investigador e ex-porta-voz da Polícia Militar, vai entregar esta terça-feira ao Ministério Público o memorando (sem data, nem assinatura e composto por apenas uma página) que assegura ter dado ao chefe de gabinete do ministro da Defesa no final do ano passado, relatando a operação clandestina e deixando explícito que a suposta chamada anónima feita para o piquete da PJM a indicar a localização do arsenal roubado foi fabricada pela própria polícia e que o resgate do material bélico foi feito à revelia da Judiciária civil.

A versão, que compromete Azeredo Lopes, é contrariada pelo ex-diretor da PJM, coronel Luís Vieira, que nega a existência daquele documento, admitindo mesmo que tenha sido fabricado com o intuito de prejudicar o ministro.

Para saber tudo sobre as suspeitas do coronel Luís Vieira, clique AQUI
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