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PJ investiga incêndio em Sintra

RODRIGO ANTUNES

Equipa de investigação de incêndios da PJ de Lisboa já está no local da ignição do incêndio na Serra de Sintra: convento

Carla Tomás

Carla Tomás

Jornalista

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Jornalista de Sociedade

Uma equipa da brigada de investigação a incêndios da PJ de Lisboa já está a investigar as causas do fogo que deflagrou ontem à noite na Serra de Sintra e só foi dominado na manhã deste domingo depois da intervenção dos meios aéreos. O incêndio terá começado numa zona de mato cerrado junto ao convento da Peninha, em plena Serra de Sintra. O local da ignição do fogo é essencial para perceber, através dos vestígios, quais foram as causas: natural, acidental ou criminoso.

Basílio Horta, presidente da Câmara de Sintra, declarou ontem que "é evidente que é uma coisa muito estranha o incêndio ter começado às 22h30".

O incêndio obrigou à retirada de 300 pessoas do parque de campismo de Cascais e de 47 de várias localidades e fez 18 feridos ligeiros, segundo a Proteção Civil.


Segundo o comandante distrital de Lisboa da ANPC, André Fernandes, as 47 pessoas foram retiradas de várias localidades em toda a área do incêndio, como Biscaia, Figueira do Guincho, Almoínhas.


Dezoito pessoas ficaram feridas ligeiramente, nove dos quais eram bombeiros, que foram "assistidos no local e que já regressaram ao teatro de operações", disse André Fernandes, num 'briefing' da Proteção Civil, onde esteve presente o presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreira.
Relativamente à retirada das pessoas do parque de campismo de Cascais, o comandante André Fernandes disse que foi "a maior evacuação por precaução" e que decorreu "dentro da normalidade, não havendo vítimas a registar nem danos materiais".

O fogo foi declarado extinto a meio da manhã de hoje.