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Chegaram esta noite a Portugal mais 27 migrantes e refugiados do navio Aquarius

BORIS HORVAT/Getty

Portugal acolhe seis mulheres e 21 homens de origem somali, resgatados em agosto pelo navio humanitário Aquarius, que atracou em Malta

São 27 migrantes e refugiados que esta noite chegaram a Portugal, depois de em agosto terem sido resgatados pelo navio humanitário Aquarius, que atracou em Malta. O acolhimento faz parte de uma ação humanitária concertada entre Portugal, França e Espanha, Alemanha e Luxemburgo.

Os 21 homens e seis mulheres de origem somali foram acolhidos pela câmara municipal de Lisboa e nove pela ADFP - Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional, em Penela, que “têm sido parceiros ativos e empenhados no acolhimento e integração de pessoas refugiadas”, especificam os ministérios da Administração Interna (MAI) e da Presidência e Modernização Administrativa.

“Tanto a CML como a ADFP têm sido parceiros ativos e empenhados no acolhimento e integração de pessoas refugiadas, nomeadamente ao abrigo do Programa de Recolocação da União Europeia, fazendo parte da resposta descentralizada, de base comunitária que conta com os recursos necessários ao nível das diferentes valências que compõem o processo de integração”, acrescentam os ministérios.

A CML e ADFP juntam-se assim à câmara do Fundão que, em setembro, recebeu 19 migrantes provenientes da Eritreia, Nigéria, Iémen e Sudão, resgatados em julho do navio Aquarius. E o acolhimento surge na sequência das declarações do ministério de Eduardo Cabrita, que informou a disponibilidade para acolher 50 pessoas que se encontravam no navio humanitário.

A operar na rota do Mediterrâneo central, por onde passam migrantes e refugiados oriundos do norte de África e do Médio Oriente com destino a Itália e Malta, o navio Aquarius salvou cerca de 30 mil pessoas em mais de 200 operações de resgate.