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Proteção Civil acusada por mortes em Pedrógão

Acusação sustenta que a EN 236-1 devia ter sido fechada pelas autoridades. Foi lá que morreu a maior parte das vítimas

LUCILIA MONTEIRO

Expresso revela conclusões da investigação: “Populações foram deixadas desprotegidas”. Arguidos acusados de homicídio por negligência. Fogos de outubro: 434 tentativas de fraude

Christiana Martins

Christiana Martins

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Jornalista

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Texto

Jornalista de Sociedade

Lucília Monteiro

Lucília Monteiro

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Fotojornalista

Falhou tudo: primeiro, a falta de limpeza da vegetação por baixo dos cabos elétricos fez com que um “borralho” se transformasse num incêndio de grandes dimensões. Depois, os inúmeros erros no combate ao fogo e a omissão de ajuda às populações fizeram com que as chamas se tornassem incontroláveis, matando 66 pessoas. E, finalmente, a falta de gestão da floresta impediu que o fogo perdesse força e se extinguisse. Esta é a lógica da acusação do incêndio de Pedrógão Grande, que demorou mais de um ano a ficar pronta e é dirigida especificamente aos responsáveis materiais pela sucessão de falhas que provocaram a tragédia.

De acordo com uma fonte judicial, a acusação está praticamente pronta e deverá ficar concluída no prazo máximo de duas semanas. Só não se sabe se vão ser imputados aos principais arguidos 64, 65 ou 66 homicídios por negligência.

Saiba mais na edição deste sábado do Expresso.