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GNR. Mais mortos e feridos graves nas estradas durante o verão

LUIS FORRA/LUSA

Entre o final de julho e início de setembro, a GNR registou 15.720 acidentes, menos 433 do que em igual período do ano passado. Mas houve mais vítimas

Mais de 15 mil acidentes, que provocaram cem mortos e 398 feridos graves, foram registados pela GNR durante a operação de fiscalização rodoviária Hermes, que contabilizou mais vítimas face ao verão de 2017, anunciou esta terça-feira a corporação.

Em comunicado de balanço da Operação Hermes, que se realizou entre 29 de junho e 3 de setembro, a Guarda Nacional Republicana adianta que se registaram 15.720 acidentes (menos 433 do que no mesmo período de 2017), cem mortos (mais 13), 398 feridos graves (mais 19) e 5205 feridos ligeiros (menos 609).

No âmbito das ações de fiscalização, a GNR deteve, durante aquele período, 3195 condutores, 1998 dos quais por excesso de álcool e 797 por falta de habilitação legal para conduzir. A força de segurança indica também que, durante a Operação Hermes, detetou 105.180 infrações, sendo a maior parte por excesso de velocidade (36.075), condução com uma taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei (5525), falta do cinto de segurança ou cadeirinhas para bebé (4047) e uso do telemóvel durante a condução (3667).

Durante a Operação Hermes, a GNR intensificou as ações de patrulhamento, fiscalização e apoio aos utentes das vias rodoviárias com o objetivo de garantir a sua segurança durante as deslocações para férias e eventos realizados durante o verão.

Segundo a GNR, esta operação privilegiou uma atuação preventiva nos principais eixos rodoviários, designadamente autoestradas, itinerários principais, itinerários complementares e estradas nacionais, assim como nos acessos às localidades para reduzir a sinistralidade e evitar comportamentos de risco.