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Assédio, violência doméstica, machismo, direitos e saúde sexual. Nove portugueses quebram silêncios

Patrícia já foi vítima de violência doméstica, mas conseguiu sair desse mau filme. Ema e Priscila são um casal, mas continuam a ser abordadas na rua por homens com assobios e piropos, porque "duas mulheres juntas são sempre vistas como duas mulheres sozinhas". Alexandra e Tiago corrigiram o discurso filha quando ela considerou ‘porca’ uma colega que tinha tido vários parceiros. Ana Paula não percebe a dificuldade de dizer “não”, mas Sofia assistiu ao despedimento de uma colega por ela se ter recusado aos avanços do chefe. No Dia Mundial da Saúde Sexual, que se celebra a 4 de setembro, saímos à rua para falar de direitos sexuais e dos muitos silêncios que importa quebrar