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Portugueses começam a dar formação a militares iraquianos

Portugal poderá contribuir com um contingente de até 30 militares do Exército no Iraque

Tiago Miranda

O 7º contingente nacional está no Iraque desde maio, devendo regressar a Portugal em novembro. Portugal participa na coligação desde maio de 2015, sendo a missão prorrogável até 2020.

Os militares portugueses destacados no Iraque começaram a sua missão para formar em inativação de engenhos explosivos improvisados membros do exército e forças iraquianas, informou esta terça-feira, em comunicado, o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA).

A formação dada pelas forças portuguesas a militares do Exército e das forças policiais do Iraque é sobre a inativação de engenhos explosivos improvisados e defesa nuclear, radiológica, biológica e química, segundo o comunicado do Estado-Maior-General.

Este grupo de militares portugueses, de engenharia, treinados no Regimento de Guarnição n.º 2, nos Açores, é composto por 30 efetivos, estando baseados em Besmayah, a 50 quilómetros de Bagdade.

Destacado na operação da coligação internacional anti-Daesh, o atual contingente nacional, o 7.º, está no Iraque desde maio, devendo regressar a Portugal em novembro. Portugal participa na coligação desde maio de 2015, sendo a missão prorrogável até 2020. Desde 2015, já passaram pelo campo de Besmayah mais de 250 militares portugueses.