Siga-nos

Perfil

Expresso

Sociedade

Secretário de Estado da Educação: “As greves estão a pôr em causa o direito à educação”

josé carlos carvalho

A primeira semana da greve às reuniões de avaliação convocada por todos os sindicatos ficou marcada pelo adiamento de milhares de conselhos de turma. Um em cada quatro estudantes do secundário estão a ir a exame sem saber que nota vão receber dos seus professores. Em entrevista ao Expresso, o secretário de Estado João Costa defende a necessidade de fixar serviços mínimos se as greves se prolongarem até julho. O calendário de exames e de acesso ao ensino superior pode estar em causa, explica

O Ministério pediu a definição de serviços mínimos para a greve dos professores às reuniões de avaliação. Mas a lei apenas estabelece essa obrigação durante a realização de avaliações finais e exames nacionais. Que argumentos vai o Ministério usar para justificar esta limitação à greve?
Solicitámos esses serviços mínimos por entendermos que estão colocadas em causa necessidade sociais impreteríveis no que diz respeito ao direito dos alunos à educação e à avaliação e também pelo impacto que esta greve pode ter no cumprimento do calendário das várias fases de exames e do acesso ao ensino superior. Nesse sentido, o foco do pedido são os anos de exame: 9º, 11º e 12º.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI