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Os relógios vintage estão de regresso

O negócio vintage está a crescer, embora seja ainda uma pequena parcela do mercado global de relógios, que vale cerca de €53 mil milhões por ano. De pulso, de bolso, de mesa ou de parede, são muito mais do que objetos para ver as horas, são acessórios de moda. E de coleção

Isabel Paulo

Isabel Paulo

Jornalista

O tempo, ainda que os relógios queiram convencer-nos do contrário, não é o mesmo para toda a gente”, escreve-nos José Saramago. Ainda que a utopia do tempo seja uma realidade, nem todos o perspetivamos da mesma maneira. Mas há um responsável, e muito competente, por nos dizer a quantas realmente andamos: o relógio.

Contamos o tempo todos os dias, para tudo. Como é que sabemos que estamos atrasados para uma reunião? Ou que temos de nos organizar para beber um copo depois do trabalho? Desta perspetiva, o relógio continua a ser um fiel amigo de muita gente, mesmo quando se tem à mão os novos ditadores do tempo, como o telemóvel ou tablet, mas sem o charme do toque pessoal do objeto que se democratizou no século passado, hoje transformado em acessório de moda, nostalgia ou extravagância de colecionador.

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