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Processo do incêndio de Pedrógão tem mais três arguidos

Tiago Miranda

Número total de arguidos sobe para os dez. Margarida Gonçalves, da Proteção Civil de Pedrógão Grande; José Graça, vice-presidente da Câmara de Pedrógão, e António Castanheira, também da Câmara, são os novos arguidos. Investigação dura há um ano e está a entrar na reta final

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Jornalista de Sociedade

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

O processo judicial que investiga os incêndios de Pedrógão tem mais três arguidos. O número total é, neste momento, de dez suspeitos de responsabilidade nos fogos que mataram 66 pessoas.Os novos arguidos são José Graça, vice-presidente da Câmara de Pedrógão, Margarida Gonçalves, engenheira e quadro da área florestal e proteção civil da autarquia, e António Castanheira, encarregado geral da Câmara.

O incêndio ocorreu há praticamente um ano, a 17 de junho, e queimou 50 mil hectares de floresta, destruindo centenas de casas e deixando feridas 250 pessoas, algumas em estado muito grave.

Até agora o processo tinha sete arguidos: Mário Cerol, segundo comandante distrital da proteção civil de Leiria; Augusto Arnaut, comandante dos bombeiros de Pedrógão; Sérgio Gomes, comandante do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Leiria.

Há ainda dois funcionários da Ascendi e outros dois de empresas subcontratadas para fazer as limpezas e gestão do combustível.

[Notícia atualizada às 12h52]

  • Comandante de bombeiros de Pedrógão constituído arguido

    Investigação do Ministério Público ao incêndio de 17 de junho deverá estar concluída até ao fim do ano. Os arguidos começaram a ser notificados e deverão ultrapassar a meia dúzia. O comandante de bombeiros de Pedrógão será o segundo arguido a ser conhecido, depois de esta manhã ter sido notificado Mário Cerol, segundo comandante do Centro Distrital de Operações de Socorro de Leiria