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Operação Fizz. Banqueiro Carlos Silva quer depor por videoconferência

Banqueiro lusoangolano garante que não foi convocado para ser testemunha no processo mas que “face às falsidades que têm sido ditas urge um esclarecimento célere” disponibiliza-se para falar por videoconferência a partir de Angola

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Jornalista de Sociedade

Carlos Silva tem sido um dos nomes mais referidos no julgamento da Operação Fizz, que decorre há duas semanas no Campus da Justiça, em Lisboa. Quer o ex-procurador Orlando Figueira quer o advogado Paulo Blanco, ambos acusados no processo, garantem que foi o banqueiro angolano a contratar os serviços do ex-magistrado e não Manuel Vicente, como sustenta o Ministério Público.

Num comunicado que acabou de entregar esta quarta-feira no tribunal, Carlos Silva diz que "já prestou declarações em sede de inquérito mas que face às falsidades que têm sido ditas [supostamente as declarações dos dois suspeitos durante o julgamento] urge um esclarecimento célere".

O banqueiro acrescenta que nunca foi notificado para testemunhar neste julgamento, reiterando a disponibilidade para prestar esclarecimentos sobre o caso. E por isso disponibiliza-se para que o depoimento "possa ser efetuado por videoconferência, após notificação para o efeito".

Leia o comunicado de Carlos Silva na íntegra.