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Elvira Fortunato, cientista: "Começo a ler pelo fim"

Não é uma leitora tão assídua "quanto gostaria", mas Elvira Fortunato lê o Expresso "no mínimo duas vezes por mês". Com uma ressalva em relação à regularidade: "O Expresso da meia-noite não perco, desde que esteja em Portugal".

A investigadora (da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa) compra o jornal ao sábado, "junto do café onde tomo o pequeno almoço de fim de semana", para depois começar a sua leitura "pelo fim".

Em matéria de preferências, elege "a revista e alguns cadernos temáticos" - recorda um em particular, sobre saúde - e tem também colunistas que segue mais atentamente, casos de Nicolau Santos e Miguel Sousa Tavares.

Há mudanças que via com bons olhos. Retirava, por exemplo "alguma publicidade volumosa no 1º caderno" e incluía uma secção, a que chamaria "Minuto Positivo em Portugal".