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Estado perdeu o rasto a cinco jovens romenos retirados aos pais

Os cinco jovens romenos - três raparigas e os dois rapazes, com idades entre os 12 e os 18 anos - foram acolhidos, de emergência, numa instituição para crianças e jovens em perigo a 15 de novembro de 2017, dia em que os pais e um terceiro adulto foram detidos pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF)

O Estado perdeu o rasto a cinco jovens romenos - quatro irmãos e mais uma criança recrutada pelo mesmo casal - que foram retirados aos pais, em 2017, no Porto, por terem sido forçados a mendigar em falsos peditórios na rua e a roubar em centros comerciais, avança o “Público” esta terça-feira. As atividades desta família aconteciam por todo o país e arrastavam-se desde 2011.

Os cinco jovens - três raparigas e os dois rapazes, com idades entre os 12 e os 18 anos - foram acolhidos, de emergência, numa instituição para crianças e jovens em perigo a 15 de novembro de 2017, dia em que os pais e um terceiro adulto foram detidos pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Os jovens ficaram sob responsabilidade do Estado português, por decisão judicial.

De acordo com o matutino, a operação do SEF decorreu num apartamento do Porto, com apenas dois quartos, no qual as seis crianças viviam com sete cidadãos adultos, todos romenos. Três adultos foram presos e quatro outros ficaram em liberdade.

Entretanto, já em junho deste ano, as três raparigas e os dois rapazes desapareceram do lar de acolhimento. O Estado português não sabe, neste momento, se estão em território nacional.