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Polícias e militares sobem as reivindicações à boleia dos professores

A Associação Nacional de Sargentos (ANS) esteve ontem reunida com o novo ministro da Defesa, João Gomes Cravinho. Segundo o presidente da ANS, Mário Ramos, o ministro respondeu que “a questão está a ser avaliada” para que a solução dos professores “possa servir de exemplo para outros sectores da função pública”

Se o Governo deu uma nova oportunidade às negociações com os professores, terá de fazer o mesmo com militares e polícias, entendem estes. Segundo o “Público” esta quarta-feira, a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) vai entregar esta quarta-feira um ofício ao ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, pedindo para ser recebida para discutir o descongelamento de carreiras.

“Vamos já acelerar o processo. Talvez esta nova postura por parte da Assembleia da República venha dar uma nova esperança ao pessoal e obrigue o Governo a rever a sua posição. Queremos negociar. Não digo já em dezembro, mas em janeiro”, disse um representante da ASPP/PSP ao matutino.

Por sua vez, a Associação Nacional de Sargentos (ANS) esteve ontem reunida com o novo ministro da Defesa, João Gomes Cravinho. Segundo o presidente da ANS, Mário Ramos, o ministro respondeu que “a questão está a ser avaliada” para que a solução dos professores “possa servir de exemplo para outros sectores da função pública”. Apesar de não terem saído da reunião com certezas absolutas, os sargentos viram nestas palavras um sinal de progresso.

Os militares querem que o tempo de serviço conte para a recolocação nos índices a que teriam direito a 1 de janeiro de 2018 se não tivessem havido congelamentos.