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Fundos europeus fechados na gaveta há cinco anos

No universo das 14 empresas associadas da APROSOC - Associação de Proteção e Socorro, há 600 pessoas sem receber salários há dois ou três meses, garante o presidente, João Saraiva

Passados quase cinco cinco anos depois de ter iniciado o atual quadro comunitário de apoio, ainda há linhas de financiamento do Portugal 2020 que ainda não abriram, revela o “Jornal de Notícias” esta sexta-feira. Os atrasos na chegada das verbas estão a deixar várias empresas numa situação de afogo financeiro.

Algumas empresas estão a dever, por exemplo, mais de seis meses de salários a formadores, conta o matutino. No universo das 14 empresas associadas da APROSOC - Associação de Proteção e Socorro, há 600 pessoas sem receber salários há dois ou três meses, garante o presidente, João Saraiva.

“Há centenas de milhares de euros de reembolsos em atraso em estabelecimentos de ensino dependentes das verbas do Programa Operacional Regional de Lisboa 2020 do Fundo Social Europeu”, disse.

Segundo o “JN”, estes constrangimentos devem-se, em grande parte, à incapacidade de resposta do atual sistema informático; este teve de ser adaptado a 10 programas operacionais, cada um com diversas ramificações.

A falta de recursos humanos e a contratação de pessoas sem experiência contribuíram também para se atingir um estado caótico dos serviços, revelou fonte dos organismos que gerem os fundos comunitários.