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Greve nos portos aumenta custos para exportadores

Luís Barra

A greve dos estivadores estava marcada até 8 de outubro, mas foi estendida, na semana passada, até 1 de janeiro de 2019

A greve ao trabalho suplementar marcada pelo Sindicato dos Estivadores e da Actividade Logística (SEAL) que foi estendida, na semana passada, até 2019, afastou os maiores armadores internacionais de Lisboa e está a significar um aumento dos custos para os exportadores nacionais, avança o “Jornal de Negócios” esta segunda-feira.

De entre os oito portos que existem ao nível nacional, esta paralisação está a ter principalmente impacto em Lisboa e em Setúbal e, em menor escala, na Figueira da Foz. Já nos outros portos, de acordo com fontes do sector contactadas pelo “Negócios”, o trabalho está a decorrer normalmente.

O aumento dos custos para os exportadores das regiões de Lisboa e de Setúbal é considerado inevitável, devido uma maior demora na movimentação dos navios e, por outro lado, os maiores custos de transporte das empresas que optarem por ir para Sines ou Leixões, lembra o matutino.

A greve dos estivadores estava marcada até 8 de outubro mas foi estendida a 1 de janeiro de 2019.