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Ano letivo arrancou com cinco escolas fechadas por falta de funcionários

ANTÓNIO COTRIM / Lusa

Segundo Tiago Brandão Rodrigues, nos últimos dois anos, o número de assistentes operacionais das escolas foi reforçado com 2500 trabalhadores; no ano letivo que acabou de começar, houve ainda um acréscimo de 500

Após quase três meses de férias, o ano letivo 2018/19 arrancou na segunda-feira com pelo menos cinco escolas fechadas nos concelhos de Évora, Braga e na Póvoa de Varzim, devido à falta de funcionários suficientes capazes de garantir o normal funcionamento dos estabelecimentos, revela o “Correio da Manhã” esta terça-feira.

Segundo José Abraão, secretário-geral da Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESAP), este é um problema prevalente em várias escolas. As estimativas do sindicato apontam para uma carência de funcionários em 80% das cinco mil escolas existentes. Ou seja, é necessário contratar cerca de 1500 assistentes operacionais.

Este número foi rejeitado pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, ainda ontem, durante a cerimónia de inauguração de uma escola em Celorico, juntamente com o Presidente da República.

“Não é verdade que não existam funcionários. Nós cumprimos o rácio legal, que foi fortalecido. Neste momento, existem todas as condições para, verdadeiramente, o ano letivo começar”, disse.

De acordo com Tiago Brandão Rodrigues, nos últimos dois anos, o número de assistentes operacionais foi reforçado com 2500 trabalhadores; no ano letivo que acabou de começar, houve ainda um acréscimo de 500.