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Misericórdias ainda só injetaram 91 mil euros no Montepio

Luis Barra

Dos 91 mil euros aplicados até agora na Caixa Económica Montepio Geral, a maior parte, 75 mil euros, saiu da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Já os restantes 16 mil euros foram disponibilizados pela União das Misericórdias e por 11 instituições particulares de solidariedade social, revela o “Público” esta quarta-feira

Dos 48 milhões de euros que Tomás Correia pretendia ter nos cofres da instituição bancária que lidera até ao final deste ano, provenientes do conjunto das instituições da economia social (as Misericórdias) que se propuseram a adquirir até 2% da Caixa Económica Montepio Geral (CEMG), apenas chegaram 91 mil euros, revela o “Público” esta quarta-feira.

Dos 91 mil euros aplicados até agora na CEMG, a maior parte, 75 mil euros, saiu da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML). Já os restantes 16 mil euros foram disponibilizados pela União das Misericórdias, em cerca de cinco mil euros, e por 11 instituições particulares de solidariedade social (IPSS), em 11 mil euros, quando tinha sido anunciado que haveria um número mais alargado de instituições a investir, lembra o matutino.

Neste momento, o acordo firmado no final de junho entre Tomás Correia, à frente da AMMG, e Edmundo Martinho, da SCML, Manuel Lemos, da União das Misericórdias Portuguesas, João Marques Pereira, da Associação Portuguesa de Mutualidade, apenas foi concretizado em 0,2% da meta planeada.

Se mais nenhuma entrega fosse feita, os 91 mil euros apenas representariam cerca de 0,004% do capital da CEMG, ficando muito longe do objetivo dos 2%, escreve o “Público”.