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Baixas na educação. Dos seis mil professores avaliados por juntas médicas, mais de metade teve de voltar ao trabalho

Brian Snyder

Dados divulgados pela Comissão Europeia revelam que entre março e agosto de 2017, foram realizadas cerca de seis mil juntas médicas no sector da educação, conta o “Jornal de Negócios” esta quarta-feira

Entre março e agosto do ano passado, mais de metade das seis mil baixas por doença atribuídas no sector da Educação que foram “monitorizadas” por uma junta médica revelaram-se fraudulentas, revela um relatório da Comissão Europeia sobre o absentismo no sector público publicado ontem. A notícia é avançada pelo “Jornal de Negócios” esta quarta-feira.

“A verificação de cerca de seis mil juntas médicas, no sector da educação no final de 2017, para identificar baixas por doença incorrectas, contribuiu para o regresso ao trabalho de mais de metade dos casos avaliados”, explicita o relatório.

No relatório do Orçamento do Estado para 2018, lembra o “Negócios”, o Ministério das Finanças já havia revelado que estava a preparar um plano para reduzir o absentismo, com o objetivo de poupar 60 milhões de euros - cerca de 10 milhões de euros eram referentes ao sector da educação.

Uma das medidas previstas do plano de combate ao absentismo era precisamente o reforço dos processos de auditoria e de fiscalização das baixas médicas.