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Incêndios. Metade do dinheiro enviado por Bruxelas fica nos cofres do Estado

Um bombeiro junto de casas na aldeia de Carreira do Mato (Abrantes) que foi cercada pelo fogo na manhã do dia 10 de agosto de 2017

MIGUEL A. LOPES/LUSA

Os 26 milhões de euros “excedentários” vão ficar para instituições do Estado, como GNR, Proteção Civil, Instituto de Conservação da Natureza e Fundo Florestal Permanente

Dos 50 milhões de euros enviados por Bruxelas do Fundo Solidário Europeu para os incêndios do ano passado só 24 serão utilizados para ajudar os concelhos afetados pelos fogos de outubro, revela o jornal “i” esta terça-feira. O restante valor - 26 milhões de euros - vai ficar nos cofres do Estado.

Por sua vez, as áreas atingidas em junho - o caso de Pedrógão Grande - não vão receber qualquer apoio da União Europeia.

Os 26 milhões de euros “excedentários” vão ficar para instituições do Estado, como GNR, Proteção Civil, Instituto de Conservação da Natureza e Fundo Florestal Permanente. O objetivo, explica o matutino, é repor veículos e reforçar o material de combate.

Segundo o Governo, os prejuízos nos concelhos atingidos pelos incêndios no ano passado já foram cobertos pelo Fundo de Emergência Nacional e pelo Programa Operacional do Centro.