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Governo abriu 1234 vagas para médicos no SNS, 117 ficaram por preencher

Tiago Miranda

O Governo abriu um concurso, a 26 de julho, para a entrada de 1234 médicos especialistas, mas só houve 1117 médicos a concorrer; cerca de 10% das vagas (117) ficaram por preencher, revela o “Público” esta quarta-feira

O Serviço Nacional de Saúde precisa de médicos especialistas, mas nem todos os clínicos recém-licenciados, ao que tudo indica, estão interessados em trabalhar para o Estado. Segundo o “Público” esta quarta-feira, o Governo abriu um concurso, a 26 de julho, para a entrada de 1234 médicos especialistas, mas só houve 1117 médicos a concorrer; cerca de 10% das vagas (117) ficaram por preencher.

Das 1234 vagas, 378 eram destinadas a medicina geral e familiar e 856 para as áreas hospitalares e de saúde pública. De acordo com os dados fornecidos ao matutino pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), concorreram 1117 médicos: 351 de medicina geral e familiar e 766 das áreas hospitalares e saúde pública.

Embora o número de candidatos tenha ficado aquém do que o Ministério desejava, em 16 das 44 especialidades o número de candidatos foi igual ou superior ao de vagas lançadas - o caso da psiquiatria, genética médica, nefrologia, cirurgia geral ou pneumologia.

Já noutras áreas, como na medicina geral e familiar, neurocirurgia, oftalmologia, ortopedia, pediatria ou anestesiologia, aconteceu o contrário. Segundo a informação da ACSS, cirurgia maxilo-facial não teve mesmo nenhum candidato apesar das três vagas disponíveis.