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Cobrança coerciva cresceu 6,5% nos primeiros seis meses do ano

tiago miranda

A maior fatia da cobrança coerciva do Estado resultou dos impostos diretos: 198,1 milhões de euros

A receita do Estado obtida através de cobrança coerciva cresceu 6,5% nos primeiros seis meses deste ano, por comparação com o período homólogo de 2017, de acordo com as contas provisórias do Fisco para o primeiro semestre de 2018 e que foram publicadas ontem em Diário da República. Entre janeiro e junho, foram cobrados de forma coerciva 436,3 milhões de euros para os serviços integrados, revela o “Jornal de Negócios” esta sexta-feira.

Segundo o matutino, a maior fatia da cobrança coerciva do Estado resultou dos impostos diretos: 198,1 milhões de euros, o equivalente a 2,9% do total da receita líquida registada. Em 2017, os lucros da cobrança tinham sido de menos 53,8 milhões de euros. Ou seja, deu-se uma subida de 37,3%.

Esta evolução verificou-se apesar de a receita total dos impostos diretos arrecadados pelo Estado estar a cair 0,6%, como divulgou já a Direcção-Geral do Orçamento, nota o “Negócios”.

Quanto aos impostos indiretos, a conta provisória do Fisco publicada em Diário da República mostra que o Estado amealhou 121 milhões de euros, 8,4 milhões de euros a menos, o que representou uma descida de 6,5% face ao período homólogo.