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47% dos gestores portugueses consideram que os obstáculos ao despedimento são reduzidos

O stresse laboral afeta mais de 40 milhões de trabalhadores em toda a União Europeia

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Inquérito do INE fez o levantamento das opiniões junto de 5060 empresas (não financeiras) e compara a situação de 2015 com a de 2017

Cerca de 47% dos gestores portugueses consideram que os obstáculos ao despedimento são reduzidos, muito reduzidos ou até inexistentes, de acordo com um estudo do Instituto Nacional de Estatística (INE), conta o “Diário de Notícias” esta segunda-feira.

Segundo o INE, o inquérito fez o levantamento das opiniões junto de 5060 empresas (não financeiras) e compara a situação de 2015 com a de 2017. A faturação das empresas abordadas “representou 40,3% do volume de negócios total das sociedades não financeiras em Portugal”.

O caso particular dos empreiteiros é um dos destaques do estudo. “As dificuldades com os despedimentos foram apontadas, quer em 2014 quer em 2017, como o maior obstáculo à atividade das empresas neste domínio”, aponta o documento. Perto de 39% dos empresários ouvidos queixaram-se de que é um obstáculo “elevado ou muito elevado”.