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Clube de Divorciados: negócio e terapia em expansão

Seis anos e 1800 inscrições depois, a brincadeira passou a marca registada e vai entrar no mundo do "franchising".

As mulheres estão em maioria. “Nos eventos há sempre mais senhoras do que homens, pois as mulheres já perderam a timidez”, constata o responsável do clube, cuja actividade se centra sobretudo, na organização de reuniões periódicas, para os sócios se poderem encontrar.

São pessoas de todas as profissões e maioritariamente compreendidas em idades entre os 40 e os 50. Música ao vivo, jantar e algumas lembranças, são as receitas para “quebrar o gelo nesses encontros”.

Apesar de seis anos de actividade no clube, o seu mentor continua divorciado. “Conheci algumas pessoas interessantes, mas não tenho pressa”, confessa. Quanto aos sócios do clube, vários acabaram juntos.

Com a actividade do clube a estender-se a boa parte do país, com maior incidência nas zonas de Lisboa, Setúbal e Sacavém, os seus responsáveis estão na fase de escolha de franchisados, visando “exportar” o conceito para fora da região. “Temos algumas propostas mas queremos ser cuidadosos para não deitarmos a perder o trabalho de vários anos”, refere Custódio Alves.

Para já, é em Alcanede que vai decorrer a próxima reunião de divorciados. É dia 14 e serve para festejar os seis anos de actividade  deste clube.