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Cargaleiro levou os amigos ao seu museu

O director do Museu de Turim (Itália), escultores e pintores italianos e franceses, professores universitários e galeristas de Paris estiveram no sábado passado em Castelo Branco a convite do pintor e ceramista Manuel Cargaleiro, para  festejarem as suas 80 primaveras, cumpridas na véspera.

Aos 80 anos, Cargaleiro é muito mais do que o pintor e ceramista português que é conhecido, aquém e além fronteiras. O artista natural de Chão das Servas (Vila Velha de Ródão) é uma figura internacional que carrega consigo um valioso património cultural, de saber, simplicidade e de boa disposição, que não se dispensa de partilhar com os seus amigos.

Alguns deles, maioritariamente franceses e italianos, foram convidados a passar um dia com o mestre, em Castelo Branco, que também lhes serviu de cicerone.

Cargaleiro levou-os a percorrer as salas do seu museu na cidade albicastrense, explicando, a cada passo, cada uma das peças aos convidados: directores de museus, escultores, pintores, professores universitários e galeristas franceses e italianos, que não quiseram perder esta oportunidade, muito especial, de assinalar os 80 anos do pintor e ceramista da Beira Baixa.

Um dia antes, em Lisboa, não foram só as velas que se apagaram para mais um aniversário, foi uma nova sala que se acendeu em sua honra no Museu Nacional do Azulejo, toda decorada com painéis de cerâmica realizados pelo mestre em Vietri sul Mare, localidade italiana onde hoje trabalha e onde existe um outro Museu Cargaleiro.