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Bom Sucesso eleito turismo de 5 estrelas

Classificação abrange o conjunto de 601 moradias individuais e em banda e reconhece excelência de um conceito inovador.

A DIRECÇÃO Geral de Turismo (DGT), classificou com cinco estrelas o aldeamento turístico, promovido pela empresa Acordo SGPS.

Esta classificação abrange o conjunto de 601 moradias individuais e em banda e reconhece a «excelência de um conceito inovador», único no panorama internacional. A arquitectura enquanto elemento de valorização, o leque de equipamentos e serviços, o baixo índice de ocupação do solo e o urbanismo cuidado, são alguns dos elementos diferenciadores deste conjunto.

Esta distinção, aliada ao recente reconhecimento deste empreendimento como Projecto de Interesse Nacional (PIN), vem confirmar a aposta na arquitectura protagonizada por autores de vulto, tornando-o numa «referência internacional entre os conjuntos turísticos de luxo», como refere a empresa promotora.

A utilização na construção de materiais e elementos portugueses, nomeadamente os materiais naturais, com recurso a técnicas tradicionais portuguesas, aliados à paisagem, é outro factor de distinção a ressalvar.

O «Bom Sucesso - Design Resort, Leisure, Golf & SPA» ocupa uma extensão de cerca de 156 hectares sobre a lagoa de Óbidos. O projecto, que representa um investimento de €150 milhões, compreende um aldeamento composto por 601 unidades de alojamento, constituídas por 340 moradias isoladas e 261 moradias em banda, e um conjunto de equipamentos de lazer e serviços.

A segunda fase deste resort de luxo no Bom Sucesso foi apresentada em Maio ecompreende 241 unidades (100 moradias em banda e 141 individuais). Para desenhar as habitações foram convidados 23 arquitectos de renome. A uma vasta equipa de profissionais de renome portugueses juntam-se o catalão Josep Llinàs e o inglês David Chipperfield.

Aquando desta apresentação Graça Moura, administrador da Acordo SGPS, destacou que este é «indiscutivelmente o melhor resort da Europa» e que o conceito, assente na arquitectura contemporânea, foi «avidamente absorvido pelos mercados internacionais». Prova disso é o facto de 95% da aquisição dos lotes ser feita por estrangeiros, especialmente da Holanda, Irlanda, Inglaterra, Dinamarca e Espanha.

Durante os cinco anos de construção, os postos de trabalho directos variam entre os entre 500 e os 2.000 trabalhadores, onde se incluem desde quadros superiores a operários da construção civil.