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Sondagem. PSD e CDS aproximam-se do PS

Sondagem da Eurosondagem para o Expresso e a SIC dá o PS à frente nas intenções de voto, mas com uma aproximação dos partidos da maioria

Martim Silva

Martim Silva

Diretor-Executivo

A poucos meses das eleições legislativas que devem ocorrer em setembro ou outubro deste ano, a sondagem da Eurosondagem para o Expresso e a SIC apresenta um resultado surpreendente: os partidos da maioria voltam a subir (são mesmo os únicos a subir neste início de ano), aproximando-se do PS e levantando novas interrogações quanto à capacidade do partido de António Costa de atingir uma maioria absoluta.

Com o resultado da sondagem deste mês, PSD e CDS, somados, já só ficam a cerca de três pontos percentuais do PS, que continua a liderar as intenções de voto dos portugueses. Em janeiro, os partidos da maioria sobem 2,3 pontos percentuais, enquanto os socialistas sobem quatro décimas.

Para "ajudar à festa", o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, é o político nacional que mais sobe na popularidade neste início de 2015.

Quanto às restantes forças políticas da oposição, destaque para a descida do PCP este mês, apesar de se manter destacado como terceiro maior partido nacional.

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 8 a 14 de janeiro de 2015.

Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados.

O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando lares com telefone da rede fixa.

A amostra foi estratificada por região: Norte - 20,3%; A.M. do Porto - 13,5%; Centro - 29,9%; A.M. de Lisboa - 26,4%; Sul - 9,9%, num total de 1010 entrevistas validadas.

Foram efetuadas 1248 tentativas de entrevistas e, destas, 238 (19,1%) não aceitaram colaborar estudo de opinião.

A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo, e desta forma aleatória resultou, em termos de sexo: feminino - 52,5%; masculino - 47,5%, e, no que concerne à faixa etária: dos 18 aos 30 anos - 16,5%; dos 31 aos 59 - 51,7%; com 60 anos ou mais - 31,8%.

O erro máximo da amostra é de 3,08%, para um grau de probabilidade de 95%.

Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.