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Marcelo elogia ministro no caso dos GNR espancados: “O que podia fazer, ele fez”

JOSÉ COELHO/Lusa

Cerca de dez formandos do 40.º curso do Centro de Formação da GNR, em Portalegre, terão sofrido graves lesões e traumatismos durante o módulo "curso de bastão extensível", que obrigaram em alguns casos a internamento hospitalar e a intervenções cirúrgicas.

Lusa

O Governo informou domingo o Presidente da República do inquérito que ordenou ao alegado espancamento de dez formandos da GNR em treinos num curso em Portalegre, disse esta segunda Marcelo Rebelo de Sousa.

"Penso que o que havia a fazer, o senhor ministro da Administração Interna fez e o que não pode correr por via administrativa, eventualmente, se for caso disso, correrá por via judicial", afirmou o Presidente aos jornalistas, à margem do encerramento das comemorações do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, em Odivelas.

Marcelo Rebelo de Sousa não elaborou sobre a gravidade dos acontecimentos noticiados no domingo pelo “Jornal de Notícias”.

No domingo, o Ministério da Administração Interna ordenou à Inspeção-Geral da Administração Interna a abertura de um inquérito sobre o alegado espancamento de dez formandos da GNR em treinos num curso em Portalegre.

Numa nota enviada às redações, o Ministério referia que o inquérito visa o "apuramento dos factos e determinação de responsabilidade" sobre o caso.

Já esta segunda-feira, o Ministério Público abriu inquérito de natureza criminal para investigar o alegado espancamento de dez formandos da GNR em treinos num curso em Portalegre.

Numa resposta enviada à agência Lusa, a Procuradoria-Geral da República (PGR) refere que "o Ministério Público determinou a instauração de inquérito relacionado com a matéria".