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Pagamentos da junta de Arroios chegam ao DIAP

Compra de cimento pela freguesia investigada, numa junta em que quatro vogais já se demitiram contra a presidente, Margarida Martins

Margarida Martins, presidente da Junta de Freguesia de Arroios, em Lisboa

Margarida Martins, presidente da Junta de Freguesia de Arroios, em Lisboa

FOTO LUÍS BARRA

A célebre expressão popular de que “é muita areia para a camioneta” tem por este dias, no Largo do Intendente, em Lisboa, sede da Junta de Freguesia de Arroios, uma versão mais colorida: “É muito cimento para a camioneta”. É de facto de cimento que se trata, em concreto de cerca de dois mil sacos pagos em 2017 pela Junta a uma empresa de materiais de construção que fica do outro lado do largo. É um volume considerado muito superior às necessidades de construção da autarquia (presidida por Margarida Martins, que antes da política se tornou conhecida como presidente da Abraço). “A Junta não tinha obra para dois mil sacos de cimento”, diz quem conhece o terreno como as palmas das mãos. “Nem por sombras”, acrescenta outro, entre sorrisos.

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