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Rectificação à entrevista do primeiro-ministro

Na entrevista ao primeiro-ministro que o Expresso publica hoje na Revista E, não estão corretos alguns números citados na resposta à viragem de página da austeridade (P29E), que o Expresso não transcreveu exatamente.

Assim sendo, na resposta à pergunta:

Como é que pode dizer que virou a página da austeridade quando temos uma carga fiscal que não parou de subir e uma gestão orçamental que cumpre os objetivos do défice muito à custa das cativações?

Deve ler-se:

“(…) a austeridade significou cortes de salários (…) e a redução de 1% do PIB na despesa pública com a Saúde. A despesas pública com a Saúde aumentou 700 milhões de euros, com a Educação cresceu 10%, os vencimentos foram repostos, as carreiras descongeladas, as pensões foram repostas, houve dois aumentos extraordinários das pensões mais baixas e um aumento acima da inflação, eliminámos a sobretaxa do IRS, tivemos 1.600.000 famílias a beneficiarem das alterações dos escalões, 140.000 famílias a beneficiarem, só este ano, do novo mínimo de existência, passando a estar isentos do IRS (…)”.

Ao primeiro-ministro e aos leitores pedimos as nossas desculpas.