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António Costa: “Portugal tem tudo a ganhar em estar no centro do processo europeu”

TIAGO MIRANDA

O primeiro-ministro português participa esta sexta-feira na II Cimeira das Interligações Energéticas, onde estão também o Presidente francês e o chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez

Cristina Peres

Cristina Peres

Jornalista de Internacional

“Temos angústia relativamente ao desafio da digitalização, só uma Europa com um pilar social forte pode garantir que todos possam avançar na Europa”, disse o primeiro-ministro António Costa, o primeiro orador da sessão a decorrer esta sexta-feira na Fundação Gulbenkian, que junta o chefe do Governo português e o Presidente francês, Emmanuel Macron.

“O debate não diz respeito só aos políticos,mas a todos os cidadãos. O que deve cada estado fazer deve ser fruto de encontro para o qual É essencial dialogar, ouvir e explicar”, disse o PM português. Todos os desafios requerem uma Europa mais forte e unida. Precisamos de uma europa forte que seja capaz de defender o nosso modelo”.

Costa defendeu que “a Euorpa pode faze mais pelas migrações com os Estados-membros unidos, capazes de defender quem é perseguido. Sejam quais foram os desafios, a Europa, ela agirá melhor em conjunto”, defendeu o PM, sublinhando a necessidade de “dotar a europa de meios”, em referência ao próximo orçamneto da UE.

“Estamos hoje na boa ocasião de olhar para o passado e prevenir novas crises” disse António Costa, referindo a resolução de probelams estruturais da ue. “O vdadeiro estabilizador é a convergência orçamntal entre os países”, disse. “Em Portugal temos de investir na educação e na formação, finanças públicas estaveis que contribuam para a estabilidade geral”, acrescentou.