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Camané: “Aquilo que mais gostava era de cantar até morrer. Nos homens o fado envelhece melhor"

É uma das melhores vozes portuguesas de sempre. Foi Amália que lhe abriu as portas para gravar o primeiro disco, porque achava que aquele puto “estava no bom caminho”. E que caminho. Um fadista de corpo e alma que reuniu como poucos, e a pouco e pouco, a unanimidade da crítica, dos seus pares e do público. Camané enche coliseus e enche-nos o peito com a sua verdade e as suas interpretações únicas, que entre a tradição e a inovação, têm criado novos caminhos, novas vidas e novos fados para o fado. E, nesta conversa feita na sala de sua casa, Camané regressa ao passado, quando tinha uns certos heróis secretos: “Em miúdo sonhava voar como o Super-Homem para visitar as raparigas de quem gostava e, às escondidas, ouvia Amália, Marceneiro, Carlos do Carmo, os meus outros heróis”. Aos 50, fala das inseguranças de sempre, deixa críticas a certos fadistas que têm pouco a ver com fado e prepara-se para voltar a desafiar-se. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

Bernardo Mendonça

Bernardo Mendonça

Entrevista

Jornalista

João Santos Duarte

João Santos Duarte

Editor audio

Jornalista

Mário Henriques

Ilustração

Assinar no iTunes: http://apple.co/2mCAbq2
Assinar no Soundcloud: http://bit.ly/2nMRpRL
Se usar Android, basta pesquisar A Beleza das Pequenas Coisas na sua aplicação.

E, no final deste episódio, na rubrica "Toda a Gente Tem Uma História", podem ainda escutar não um, mas dois testemunhos de ouvintes num episódio especial que marca o fim desta temporada de conversas.

O primeiro que nos nos conta é o Pedro Isidro, de 43 anos, lisboeta, que viaja sempre que pode, mas não se considera um nómada porque diz ter raízes profundas em Lisboa, “de uma vida cheia de amizades e amores”. Ele é um viajante que não procura luxos, mas tem muitas vezes o luxo de viajar sem tempo (e sem muito dinheiro) sempre curioso pelas pessoas, pelas culturas e por novos destinos. Aos 10 anos já desenhava mapas da Europa, pintava bandeiras, memorizava todos os países europeus e respetivas capitais por ordem alfabética e tinha uma coleção de cromos das notas bancárias de todo o mundo. Aqui relata a sua viagem ao Paquistão, um país que o encantou e que está neste momento no seu top 5, ao lado do Tajiquistão, Geórgia, Arménia e Irão. A sua história é lida pelo radialista Diogo Beja, da Antena 3, que faz parelha com Joana Azevedo no podcast “Cada Um Sabe de Si”.

A segunda história é contada pelo Leonel Alegre, de 40 anos, que nasceu em Beja, cresceu em Évora e vive em Lisboa. Doutorado em Química, foi professor, investigador científico, apresentador de programas de televisão de divulgação científica e comunicador de ciência. Atualmente trabalha num estúdio de design, que entre outras coisas, desenha exposições para museus e espaços culturais. Ele relata-nos a sua recente viagem a São Tomé, a sua visita ao Ilhéu das Rolas e como um certo rapaz, o Peter, o fez questionar sobre a sua vida.

Este é um convite que lançamos semanalmente aos ouvintes para que nos contem também as suas experiências e relatos, maiores do que a vida, ou tão simples como ela pode ser.

Podem ainda gravar um áudio comentando os episódios que mais gostaram e as vossas razões. Contamos consigo?
Enviem-nos os vossos textos e áudios, comentários e sugestões, para: abelezadaspequenascoisas@impresa.pt

Este episódio especial conta ainda com uma participação especial do jornalista e pivot da Sic Bento Rodrigues. Mas o melhor é ouvirem.

Até breve e boas conversas!