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Expresso

  • D. Duarte Pio: “Desde 1910 que a moral republicana só funciona em ditadura”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Apesar de ser um adepto da democracia e da liberdade, D. Duarte Pio, duque de Bragança e chefe da Casa Real Portuguesa, defende que o país seria mais livre e menos corrupto se voltasse a ser governado por um regime monárquico. Ou seja, por ele, dado que é o herdeiro do trono português. “Há uma tolerância geral no país para a pequena corrupção. E isto tem que ver com a falta de motivações morais e espirituais.” Sobre o atual chefe de Estado português chega a dizer: “O Presidente Marcelo atua como um rei, pela sua inteligência política”. E revela que um Presidente dos Estados Unidos chegou um dia a incentivá-lo a candidatar-se à Presidência da República. Uma conversa onde fala ainda do seu amor, Isabel de Herédia, das razões para uma paternidade tardia, e em que ficamos a saber que até se ri das caricaturas que fazem dele. “Desde que não me ponham gago. Que é uma coisa que eu não sou.” Para ouvirem neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Francisco, o soldado que não fez nada de heroico

    Sociedade

    Marta Gonçalves

    Um homem pobre que não tinha outra opção: alistar-se no exército. Mal sabia que Portugal estava para entrar na I Grande Guerra. Passou por uma das batalhas mais complicadas para os portugueses - La Lys -, foi atacado pelos alemães nas trincheiras. Regressou com traumas, medos, vícios. Um homem diferente. Morreu aos 26 anos, depois de “uma vida muito curta e muito terrível”. “A maior parte dos seres humanos está condenada ao esquecimento”

  • Caminhos de um vencedor

    Arquivos Expresso

    Manuela Goucha Soares

    Faltou a um encontro com Salazar, apesar de ficar para a história como o grande industrial do regime. A indústria foi a grande paixão da sua vida. Construiu um império baseado no cimento e no aço. Perdeu-o com as nacionalizações, reergueu-o no Brasil. No regresso a Portugal entrou no sector financeiro com a Mundial Confiança e Banco Sotto Mayor. Quando morreu surpreendeu a família e os detratores com a doação de parte da fortuna para uma fundação científica que promove a saúde e batalha na luta contra o cancro. António Champalimaud, o homem que teve ‘sete vidas’, nasceu há 100 anos

  • Eles estão a matar a liberdade… aos poucos

    Expresso Longo

    Henrique Monteiro

    Depois de pensarmos que o mundo ia ser uma beleza, após o fim da guerra fria, olhamos à volta e vemos um filme de terror. Xi Jinping, Kim Jon-Un, Rodrigo Duterte, Narendra Modi, os Ayatollhas do Irão, os do costume no Médio-Oriente, Putin na Rússia, os extremistas na Europa, com as eleições de domingo em Itália a não prometerem nada de bom, Trump nos EUA, Temer no Brasil, tendo como sucessores prováveis ou um condenado ou um fascista, Maduro... Enfim, o que aí vai de gente diferente que tem em comum o desprezo pela liberdade e pelo seu espírito. Mas neste Longo fala-se de muita coisa. Também de Marcelo, de Costa, de Rio, de reformas, de carros elétricos e a diesel, de hospitais inteligentes, de falta de papel higiénico, de mamas descaídas e de livros e música e ideias. É ler!