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Expresso

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    As eleições de ontem nos EUA pareciam verdadeiramente decisivas. Havia, pela primeira vez, uma oportunidade de os americanos darem cabo da vida de Donald Trump como POTUS (President Of The United States, ou Presidente dos EUA). Não deram. Em certa medida, reforçaram parte do seu poder, em troca de lhe retirarem parte da representação. Trump continua a ser uma referência política para a maioria dos Estados dos EUA e para cerca de metade dos eleitores

  • Esperar sem saber pelo que se espera

    Internacional

    Ana França e Helena Bento

    Donald Trump quer reduzir todos os tipos de imigração - não só a ilegal. É uma das suas bandeiras e uma das principais lutas da sua base conservadora e, por isso, revogou o estatuto de proteção temporária a mais de 300 mil pessoas que a tinham recebido para poderem fugir a catástrofes naturais ou situações de guerra nos seus países de origem. Só de El Salvador chegaram quase 200 mil pessoas, o maior contingente de ‘protegidos’ que Trump quer desproteger. As eleições intercalares dos EUA, que decorrem na próxima terça-feira, podem colocar no poder quem ofereça a estes imigrantes um caminho menos sinuoso para a cidadania e evite que sejam deportados para um país esventrado pela violência entre gangues. Este é o terceiro de cinco artigos que estamos a publicar esta semana sobre as intercalares, numa série que fecha esta sexta-feira com uma análise de Clara Ferreira Alves

  • Esperar sem saber pelo que se espera

    Internacional

    Ana França e Helena Bento

    Donald Trump quer reduzir todos os tipos de imigração - não só a ilegal. É uma das suas bandeiras e uma das principais lutas da sua base conservadora e, por isso, revogou o estatuto de proteção temporária a mais de 300 mil pessoas que a tinham recebido para poderem fugir a catástrofes naturais ou situações de guerra nos seus países de origem. Só de El Salvador chegaram quase 200 mil pessoas, o maior contingente de ‘protegidos’ que Trump quer desproteger. As eleições intercalares dos EUA, que decorrem na próxima terça-feira, podem colocar no poder quem ofereça a estes imigrantes um caminho menos sinuoso para a cidadania e evite que sejam deportados para um país esventrado pela violência entre gangues. Este é o terceiro de cinco artigos que estamos a publicar esta semana sobre as intercalares, numa série que fecha esta sexta-feira com uma análise de Clara Ferreira Alves