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Expresso

  • “Os mafiosos não são cristãos”, adverte o Papa

    Sociedade

    Lusa

    Na homilia de memória ao sacerdote assassinado pela máfia há 25 anos, Giuseppe Puglisi, celebrada este sábado na Sicília, Francisco lembrou que não se pode acreditar em Deus e ser mafioso, apelando a quem o é para deixar de pensar apenas em si próprio e no seu dinheiro

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    O pedaço de autêntico ‘reality show’ que foi o encontro entre António Costa e Mário Nogueira, ontem, transmitido pelas televisões, mostra o grau de irrealismo a que se chegou. Os dois deslocaram-se (o segundo porque o primeiro lá ia) a Paredes de Coura e, em frente das câmaras de TV trocaram argumentos. Não sei quem ganhou na retórica, mas percebo que Costa tem razão em tudo… menos numa coisa: quando finge que não conhecia a intransigência do líder da Fenprof

  • Caminhos de um vencedor

    Arquivos Expresso

    Manuela Goucha Soares

    Faltou a um encontro com Salazar, apesar de ficar para a história como o grande industrial do regime. A indústria foi a grande paixão da sua vida. Construiu um império baseado no cimento e no aço. Perdeu-o com as nacionalizações, reergueu-o no Brasil. No regresso a Portugal entrou no sector financeiro com a Mundial Confiança e Banco Sotto Mayor. Quando morreu surpreendeu a família e os detratores com a doação de parte da fortuna para uma fundação científica que promove a saúde e batalha na luta contra o cancro. António Champalimaud, o homem que teve ‘sete vidas’, nasceu há 100 anos

  • Recado de Marcelo em dia de homenagem a Soares: “Não trocar o sonho pelo acomodamento”

    Política

    Ângela Silva e Lusa

    João Soares, o filho, explicou porque é que “às vezes Deus escreve direito por linhas tortas”. Isabel, a filha, recordou como “tudo foi intenso e perfeito” no adeus de há um ano. Marcelo, Costa e Ferro puxaram pelo exemplo que Mário Soares é. Para o Presidente, o primus inter pares como lhe chamou o filho João, “ele invoca Portugal a não trocar o sonho pelo acomodamento”

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Ao ouvir e a ler os relatos do discurso de Jerónimo de Sousa, ontem no Coliseu de Lisboa comemorando os 100 anos da Revolução russa, fiquei com a impressão que já nem o PCP é leninista. Jerónimo falou que nem um ‘menchevique’, daí que o hino (e o jornal) do partido devesse mudar de ‘Avante’ para ‘Aguenta’