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Expresso

  • Maria Antónia Palla: “O meu filho, António Costa, é bem educado. Em Angola há protocolo a mais e coisas importantes a menos - a democracia”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Feminista, repórter de mão cheia, sindicalista, é mãe do nosso primeiro-ministro, António Costa, com o qual não fala de política. “Há o António, a quem eu chamo ‘Babush’, que quer dizer ‘menino’ em goês, e há o primeiro-ministro, aquele senhor que eu conheço mais pela televisão, de quem discordo várias vezes, como na falta de apoio à habitação e na insistência nas relações com Angola”. Sobre as criticas que lhe apontaram à forma como geriu publicamente a tragédia dos incêndios do ano passado, comenta: “O meu filho não é expansivo, como nenhum indiano é. Ele é reservado nas emoções. Não quer dizer que não as tenha...” Uma conversa para ouvir no regresso do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, que entra na quarta temporada

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    O pedaço de autêntico ‘reality show’ que foi o encontro entre António Costa e Mário Nogueira, ontem, transmitido pelas televisões, mostra o grau de irrealismo a que se chegou. Os dois deslocaram-se (o segundo porque o primeiro lá ia) a Paredes de Coura e, em frente das câmaras de TV trocaram argumentos. Não sei quem ganhou na retórica, mas percebo que Costa tem razão em tudo… menos numa coisa: quando finge que não conhecia a intransigência do líder da Fenprof

  • “Acreditem em mim, acreditem comigo!”: Cristas em campanha a todo o vapor

    Política

    Mariana Lima Cunha

    Quer entusiasmar futuros eleitores e por isso tira fotografias, joga matraquilhos, ouve que lidera “o partido da mulher” e agradece, raramente se atrapalha. Pede que acreditem com ela. E jura que não tem ideias megalómanas, que os objetivos do CDS se traçam com realismo. Um dia na pré-campanha entusiástica dos centristas, para quem este sábado foi “o começo do calendário político português”

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Uma velha piada conta que um homem, no meio de uma discussão acesa, exclama aos gritos: “Larguem-me que eu vou-me a ele!”. Os circunstantes, admirados fazem-lhe notar que ninguém o está a agarrar. Então o mesmo homem grita: “Então agarrem-me senão eu mato-o”. Não sei porquê – e não há de ser da moleirinha, que nem sequer está calor por aí além –, o homem faz-me lembrar… Rui Rio… e Santana Lopes… e o PCP e o Bloco e todos os que não são do PS nem do Governo e dão a ideia de que… se vão a ele

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Vejamos as coisas com alguma distância e calma. No ‘DN’ de hoje há quem se queixe de que alguns senhorios se recusam a alugar casas a famílias ‘não tradicionais’. Independentemente do que pensemos ser uma família tradicional ou não, e não importando o que pensemos do facto em si, registemos o assunto, apontado como discriminatório. Depois olhemos para outro que está a ser muito debatido: o desconto transitório de 50% no IRS para aqueles que emigraram entre 2011 e 2015

  • António Costa ao Expresso: “Bloco central não, mas o PSD não tem lepra”

    Política

    O primeiro-ministro defende o trabalho realizado e rejeita fazer já avaliações do combate aos incêndios, numa entrevista em que também fala de eleições e da política de alianças, do futuro da ‘geringonça’, da saúde, das pensões, do SIRESP e do Orçamento para 2019. No fim de uma semana difícil, levou uma task force do Governo a Monchique