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Serviços de Saúde em Portugal: só do sector público!

A saúde em Portugal deve ser nacionalizada, ou seja, deve ser só pública e nunca do sector privado, pela simples razão de que ao acontecer tal situação as demoras nas chamadas listas de espera para as consultas médicas e para as intervenções cirúrgicas seriam executadas muito mais rapidamente.

São muitos os interesses privados no sector da saúde em Portugal, principalmente quando actualmente os médicos do sector privado estão em simultâneo a trabalhar no sector público. A situação passa por garantir bons cuidados de saúde aos cidadãos, uma obrigação constitucional do Estado, e deve obrigar os médicos a permanecer e a trabalhar só para o sector público de saúde.

Não podendo os médicos trabalhar em simultâneo nos dois sectores (público e privado) como acontece actualmente.

O povo português depois de já estar a pagar os seus impostos para a saúde e para a segurança social é obrigado (empurrado) a fazer seguros de saúde e a utilizar várias clínicas privadas para resolver rapidamente situações de saúde graves e urgentes, quando este papel deve caber ao Estado que têm a obrigação de o fazer.

O Estado têm o dever e a obrigação de actualmente acabar com serviços que prestam maus serviços aos cidadãos e, a renovar os mesmos por outros serviços com mais qualidade e muito mais funcionais para o bem de todos.

É dever e obrigação do Estado português prestar mais e melhores serviços de saúde a todos os cidadãos.

Em Portugal nem todos os Portugueses têm possibilidades e condições económicas para pagar e fazer um seguro de saúde, dando assim (enchendo os bolsos) mais dinheiro para o sector privado das seguradoras e clínicas de saúde. Tudo isto depois de os portugueses já estarem a pagar os seus impostos para todo o Serviço Nacional de Saúde, não devendo os mesmos (portugueses) serem obrigados a fazerem seguros só para terem mais rapidez e qualidade nos serviços de saúde que necessitam.

Actualmente as seguradoras são muito rápidas a receber o dinheiro do pagamento das apólices, mas muito morosas em deferir processos dos seus próprio clientes, chegando ao ponto de demorar bastante tempo na necessária rapidez de serviços de saúde prestados aos seus clientes (e porque de saúde se trata). Outro dos problemas graves que a maioria das seguradoras apresenta é a interdição dos contratos a pessoas com mais de 65 anos, e que aqui o Estado também têm a obrigação de alterar as leis para que esta e outras situações detectadas sejam corrigidas para o bem de todos.

Sempre entendi que fazer política é trabalhar para ajudar todas as pessoas a resolver os seus problemas e proporcionar mais saúde, felicidade e bem-estar para todos.

Mário Sousa, Porto

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