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Manuel Rosa, a fresta do mundo

Claro que a culpa não é de Max Weber, mas a sua explicação do “desencantamento do mundo” tem sido tão maquinalmente repetida pela modernidade que ameaça tornar-se um automatismo mais do que uma verdadeira interpretação. De facto, por mais que possam ser reconhecíveis alguns traços das suas categorizações na fisionomia do tempo que nos cabe, esses não esgotam o enigma que o tempo é. O que parece liso esconde depois tanta dobra. O que dizemos unívoco e contínuo conserva sobressaltos, reenvios e frestas. O que classificamos como pertencente ao passado guarda afinal tanto futuro.

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