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Política

Um dos melhores poemas que conheço sobre a política, embora não seja um poema sobre a política, é ‘An Irish Airman Foresees his Death’, de Yeats (da colectânea “The Wild Swans at Coole”, 1919). O aviador irlandês, que no poema não tem nome, combate na Grande Guerra ao lado da Grã-Bretanha, da qual a Irlanda ainda fazia parte, a contragosto. Prevendo a morte iminente, o aviador lamenta a inutilidade de morrer por um país que não sente como seu. O meu país é Kiltartan Cross, no condado de Galway, diz, os meus conterrâneos são os pobres de Kiltartan, gente a quem a guerra é alheia. Porque é que ele combate, então? Por qual lei ou dever, a mando de que chefe ou multidão?

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