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Brasil, 1942

São Paulo, segunda-feira a seguir às eleições brasileiras. Espanto, euforia, choro e ranger de dentes. Decido não escrever sobre o Brasil, porque entendo que não o entendo. Descubro então que ao fim da tarde haverá uma apresentação de “Esse paraíso da tristeza”, uma peça de teatro sobre Bernanos e Zweig. E vou à livraria, até porque o assunto vem muito a propósito.

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