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Parte de fraco

Impressionou-me muito em “Herzog” (1964) um fortíssimo sentimento de afinidade biográfica. E, no entanto, nada do que acontece no romance de Bellow me aconteceu. Não é caso único: às vezes não nos identificamos com as personagens ou com os enredos mas identificamos ainda assim uma questão que é uma questão nossa. Eu não tenho nada a ver com Moses Herzog, mas daquela vez, pela primeira vez, sentia que tinha razões de queixa, e “Herzog” é um grande romance sobre razões de queixa.

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