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Wolfe, etc.

O jornalismo destronou o romance enquanto género dominante, escreveu Tom Wolfe (1930-2018) na introdução a “The New Journalism” (1973). Já havia um jornalismo de cunho literário em inglês desde a fundação da terceira “Edinburgh Review”, em 1802, e alguns livros canónicos podem ser descritos como jornalísticos: a biografia de Johnson por Boswell, as viagens de Twain no Mississípi, a reportagem de John Reed sobre a revolução soviética, as agruras de Orwell por Paris e Londres, o texto de John Hersey sobre a bomba atómica, etc.; mas Wolfe diz que se apercebeu verdadeiramente das potencialidades de uma nova escrita em 1962, ao ler na “Esquire” um artigo de Gay Talese sobre o pugilista Joe Louis, texto brusco, conversado, vívido. E depois, em 1966, é publicado “A Sangue Frio”, que Truman Capote definiu como um “romance não-ficcional”.

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