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Expresso

Paulo Querido

E se o iPod fosse da Microsoft?

Apple e Microsoft, duas marcas juntas no imaginário há tanto tempo que até já nos esquecemos o quanto são diferentes.

O marketing da Microsoft é agressivo. Dá da empresa um ar de fato e gravata, de escritório.

Ao invés, a Apple gosta de se apresentar sóbria, com um design limpo, minimalista.

Todos sabemos que a Microsoft tem um quota de mercado gigantesca e que a Apple está a recuperar desde que revolucionou o mercado da música com o seu iPod.

A grande desespera porque não consegue inovar e os lucros vêem dos produtos do passado, ultrapassados.

A pequena faz tudo para ser maior, o que está longe de ser fácil (e também comete erros).

Eu podia escrever mais duas dúzias de parágrafos a explicar as diferenças entre duas das principais marcas mundiais do século XXI, mas os menos de três minutos de video que podemos ver aqui em baixo são lapidares. Pegando numa inversão (e se o iPod fosse comercializado pela Microsoft?), contam-nos em bem humoradas imagens as divergências de estilo, de posicionamento e de mentalidade; e, até certo ponto, ajudam a entender o fosso entre o maior e o menor denominador comum que, existindo em toda a sociedade, se ajusta aqui às estratégias e linguagens de comunicação.

Paulo Querido, jornalista