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Tudo isto é tão português!

Por definição, as Forças Armadas são uma instituição que assenta numa estrutura hierárquica rígida. Uma estrutura de comando e de responsabilidades. Em Tancos, um paiol do Exército foi assaltado e esvaziado, num golpe absolutamente humilhante para quem o tinha à sua guarda. Os oficiais de comando ao paiol e ao quartel foram suspensos, mas rapidamente reintegrados e até promovidos, sem que nenhumas responsabilidades se tivessem apurado. Três meses depois, uma parte do armamento roubado — em alguns casos deficitário, noutros até excedente (o que dá ideia do rigor do controle existente) — foi “misteriosamente” recuperado num descampado. Os “responsáveis” máximos, o chefe do Estado-Maior do Exército e o impagável ministro da Defesa, suspiraram de alívio e mantiveram-se em funções, como se nada fosse, fazendo orelhas moucas às sucessivas manifestações de desconforto do Presidente da República.

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