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As redes sociais matam

Durante muito tempo, na minha ingenuidade de excluído voluntariamente das redes sociais, espantava-me que sempre que estava com um filho meu, ele estivesse todo o tempo a receber bips no telemóvel: imaginava que fossem mensagens e não o sabia tão socialmente activo. Depois, comecei a estranhar que, fosse qual fosse a hora do dia ou o acontecimento, ele soubesse sempre as notícias antes de mim, que faço desse conhecimento profissão. Até que, fatalmente, acabei por descobrir que não se tratava de mensagens, mas de um bombardeamento selectivo de “notícias” originárias dos novos media frequentados pela nova geração: o Facebook, o Instagram, o WhatsApp, etc.

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